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Quer Saber como Montar a sua Reserva de Emergência? Baixe Gratuitamente o Meu Novo E-book e Descubra Como

Olá!

Eu tenho uma novidade para você.

Tenho recebido diversas dúvidas sobre qual o melhor investimento para se montar uma reserva de emergência.

Por este motivo, eu escrevi o e-book “O Guia Definitivo da Reserva de Emergência“, onde eu explico o por quê de se montar uma reserva de emergência, as vantagens e desvantagens em se preparar para as emergências e (o principal) apresento 5 tipos de investimentos para você começar a se preparar para imprevistos e montar a sua emergência de emergência.

Para baixá-lo você deverá preencher um pequeno formulário (não leva mais que 10 segundos) e PRONTO: você já terá acesso ao seu e-book que escrevi especialmente para você.

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Impulsividade em comprar: saia dessa!

Um dos fatores importantes para conquistar uma vida financeira saudável é saber controlar a impulsividade diante das compras.

É muito comum sermos flagrados dizendo “eu mereço” possuir determinado bem. Dizemos frases assim:

“Eu mereço comprar um carro zero quilômetro.”

“Eu mereço comprar roupas de marca.”

“Eu mereço comprar o último lançamento de celular.”

Ok. Vamos concordar que todos nós merecemos usufruir das novidades do mercado. A questão é: esse produto realmente agrega valor à minha vida? Será que a minha impulsividade de comprar sempre mais e mais não está me deixando mais pobre?

É importante termos em mente que a forma como nos comportamos com o nosso dinheiro é o que influenciará o nosso resultado financeiro, pois o consumo diário de produtos supérfluos sugará toda a nossa renda. Desta forma, é necessário reavaliar os nossos hábitos. Não podemos nos deixar levar pelas propagandas que nos iludem que comprando determinado produto a nossa vida será maravilhosa.

“É tudo com 50% de desconto.”

“Leve 2, pague 1.”

“Oferta válida somente hoje.”

O ato de comprar compulsivamente se assemelha a uma alergia. No nosso caso financeiro, se trata da alergia ao dinheiro. Não podemos receber um dinheiro a mais ou ver que o saldo bancário ainda está positivo que já queremos  nos livrar dele o mais rápido possível. Assim, pessoas que possuem esta alergia sofrem de COMFIA. Elas são as Compulsivas Financeiras Anônimas. O dinheiro quando está na mão delas, faz cócegas. Consequência disso é possuírem mais dívidas, terem um pensamento nocivo, nenhuma perspectiva de futuro e produtos novos abarrotados nos armários sem uso.

Por isso, é muito importante sempre se perguntar:

“Eu preciso mesmo deste produto?”

“Ele vai me agregar que tipo de valor na minha vida?”

“Consigo passar mais um dia sem ele?”

Vamos mudar o nosso comportamento. Vamos apenas comprar o que realmente é essencial. Vamos priorizar a semeadura, ou seja, o hábito de poupar sempre, pagando-se primeiro. É por meio dessa semeadura que colheremos a realização dos nossos sonhos, a criação de um fundo financeiro para momentos de emergência e a estabilidade financeira. Também é importante rever os nossos próprios hábitos, avaliar bem o produto antes de comprar e se sentir bem em cuidar do dinheiro.

Afinal, dinheiro não cai do céu, não é mesmo?

Uma breve reflexão sobre meritocracia

     Desde pequeno sempre fui um entusiasta e defensor da meritocracia. Não que eu seja uma pessoa excepcional, melhor que a maioria dos mortais, um semi-deus, mas eu acredito que é a vida tem mais sabor quando lutamos, estudamos, corremos atrás e conquistamos o objetivo proposto.

     É comum algumas pessoas defenderem a posição de que não existe meritocracia e que o mundo funciona de maneira injusta, onde quem tem condições financeiras favoráveis possui maior chance de conquistar vitórias na vida, enquanto quem nasce e vive em condições desfavoráveis possui (quase) nenhuma chance de conquistar alguma coisa na vida. Eu, particularmente, concordo que existe desigualdade social e que uma pessoa que vive em uma família desestruturada, que não teve acesso ao sistema de ensino decente e de qualidade, que não possui acesso aos serviços públicos básicos, alimentação digna, condições de moradia decente e ao consumo de bons produtos (muitas vezes mais caros), possui menos chances de alcançar o sucesso tão fortemente pregado nos dias atuais.

     Mas, não podemos nos acomodar com esse discurso e ficar parado no tempo esperando por um salvador da pátria. Penso que se realmente ela não existe, temos o dever moral de defender e praticar esse conceito em qualquer ambiente, principalmente, onde há concorrência ou competição. Assim como eu, conheço muitas pessoas que tiveram a sua origem em bairros periféricos e de famílias trabalhadoras com baixo nível de escolaridade. Por algum motivo, essas pessoas disseram para si mesmas: “eu não quero crescer e manter esse padrão de vida. Eu quero mais”. Essas mesmas pessoas não precisaram ir para o mundo do crime para conquistarem algo a mais para suas vidas. Simplesmente, elas tiveram ambição e se dedicaram: tiveram que estudar mais do que aquele estudante que, desde cedo, teve acesso à uma educação de qualidade, começaram a trabalhar mais cedo para juntar dinheiro para comprar o próprio carro, a sua moto, o seu videogame e montar a sua poupança. Com a entrada no mercado de trabalho, se não tinham condições de pagar uma faculdade ou um cursinho pré-vestibular, conseguiram estudar no ensino técnico, conseguiram empregos melhores, aumentaram a renda e a partir de então, tiveram condições de pagar uma faculdade. Alguns até conseguiram passar na universidade pública. Continuaram estudando com afinco e conseguiram um estágio. Estagiaram com dedicação e foram contratados. Trabalharam mais ainda e conquistaram uma promoção, alguns seguiram a carreira gerencial, formaram famílias e conquistaram a casa própria.

     Cito aqui, também, algumas pessoas que tiveram sua origem simples e se tornaram grandes influenciadores e empreendedores: Flávio Augusto da Silva, Rick Chester, Carlos Wizard, José Diniz da Ser Educacional e Geraldo Rufino.

     Assim, eu pergunto: tudo isso não é meritocracia? Para quem é contra o conceito de mérito, consegue negar que todas essas conquistas foram conquistadas com muito suor e mérito? Claro que alguém pode dizer: “Essas pessoas chegaram lá porque puxaram o saco do chefe.”. Outra pessoa pode dizer também: “Mas esses exemplos são uma minoria.”. Até pode ser minoria e alguns podem ter puxado o saco do chefe. É lógico que queremos um país cada vez mais justo e que ofereça para todos os seus cidadãos meios e condições para alcançarem aquilo que cada um chama de sucesso. Mas, não podemos nos acomodar e defender uma bandeira de pena, acomodação e preguiça. Faz parte da ética do ser humano melhorar a cada dia, produzir produtos e serviços de qualidade para as pessoas e promover a competição saudável, sem se utilizar de meios que prejudiquem outras pessoas.

     As empresas já estão ficando cada vez mais conscientes de que a meritocracia gera lucro, diminui a rotatividade dos funcionários, gera motivação e cria um ambiente saudável de trabalho. As avaliações de desempenho buscam cada vez mais evidenciar quem realmente está se destacando na função, quem precisa de orientação para fazer aquilo que é esperado do funcionário e, principalmente, promover quem realmente merece e não porque joga futebol durante a semana com o chefe, mesmo apresentando resultados medianos.

     No mundo dos esportes é a mesma coisa. Magic Paula e Hortência não se tornaram os maiores nomes do basquete feminino brasileiro e mundial por acaso. O Pelé não se tornou o melhor jogador de futebol do mundo treinando igual a maioria. Ele ia além. Bernardinho não se tornou o melhor técnico de voleibol do mundo dando moleza e sentimento de pena aos times que treinou. Fez todo mundo trabalhar duro, conseguiu extrair o melhor de cada jogador e tinha um propósito claro e bem definido para conquistar as vitórias. Podemos afirmar com toda clareza que essas pessoas citadas se tornaram melhores e reconhecidas também por conta da meritocracia.

     Para concluir, cada ser humano precisa aprender a se respeitar: ter amor próprio, buscar o aperfeiçoamento contínuo, procurar fazer o que realmente gosta, para assim, ajudar mais pessoas e alcançar os próprios objetivos. Afinal, o nosso trabalho tem a finalidade de produzir algo de valor para alguém e não há mérito e nem merecemos ser bem recompensados quando fazemos um trabalho medíocre. Merecemos ser bem recompensados quando fazemos a diferença na vida das pessoas. E quando a fazemos é porque também estamos praticando a meritocracia.

LCI e LCA – O que são e como investir

Olá! O artigo de hoje é sobre LCI e LCA.

LCI significa Letras de Crédito Imobiliário e LCA significa Letras de Crédito do Agronegócio.

São títulos de renda fixa emitidos por bancos. Ao investir seu dinheiro em LCI ou LCA, você empresta o seu dinheiro para o banco e este financia empreendimentos do setor imobiliário (no caso da LCI) e empreendimentos do setor agrícola (no caso da LCA).

Uma grande vantagem em investir nesses títulos é que eles são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Outra vantagem bastante importante é que não há incidência do imposto de renda.

Eles podem ser prefixados (um percentual fixo anual) e pós-fixados (o indicador de rentabilidade é o CDI).

Você encontra esses títulos em bancos e em corretoras a partir de R$ 1.000,00, e eles apresentam carência, ou seja, possuem um prazo para resgate.

Por fim, esses títulos podem ser uma interessante opção para diversificar seus investimentos e realizar sonhos de médio prazo, já que, novamente, estão cobertos pelo FGC e não há incidência de imposto de renda.

3 Dúvidas sobre IR no Tesouro Direto

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     Estou recebendo muitas dúvidas sobre investimentos e muitas delas dizem respeito sobre como funciona o imposto de renda no Tesouro Direto.

     Basicamente, são 3 pontos de atenção que devemos ter com o imposto de renda, quando investimos em Tesouro Direto:

     1) O imposto de renda é calculado sobre o rendimento da aplicação e não sobre o montante total. Por exemplo, se você investiu R$ 800,00 e resgatou R$ 1.000,00, o imposto de renda será calculado sobre o rendimento (o lucro), ou seja, sobre R$ 200,00 e não sobre R$ 1.000,00.

     2) O imposto de renda será retido na fonte, ou seja, a própria corretora fará a retenção e também fará a transferência do valor para a Receita Federal.

     3) O imposto de renda, no Tesouro Direto, segue a tabela regressiva, que é a tabela utilizada para cálculo de IR para quase todos os investimentos de renda fixa. Segue abaixo a tabela:

tabela regressiva ir

     É um grande prazer responder as dúvidas dos leitores do meu blog. E se você também possui dúvidas, peço que as envie aqui para eu lhe ajudar a saná-las.

Aproveito também para divulgar o lançamento do meu e-book “Como organizar as minhas finanças pessoais”. Ele responde várias dúvidas dos meus leitores e está com um preço promocional de R$ 6,99. Mas, é por tempo limitado. Clique no link abaixo e adquira já o seu.

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